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Pela Janela do Quarto

Pela janela do quarto.

 

As pessoas passam,

Os carros passam,

 Os animais passam,

E eu na janela do quarto.

Vejo uma rua à frente,

Penso que por ela nunca andei,

Só vi a minha vida passar,

Pela janela do quarto.

Tomo a decisão: abro a porta!

Caminho com passos firmes,

Com a certeza da vitória.

Sei que não será fácil,

Mas estou plenamente disposta,

A recomeçar o meu novo desafio.

 

 

Akasha De Lioncourt – 20/05/2010

 

 

Este texto é dedicado a todos aqueles que decidiram sair de dentro do seu universo interior rumo à novas descobertas, ainda que mais ninguém acredite que isso seja possível ou sensato. Não podemos ter medo de novas experiências, é preciso que exploremos além dos nossos limites conhecidos para que o novo tenha lugar nas nossas existências.

 



Escrito por Akasha De Lioncourt às 12h43
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Quem disse que eles são os melhores?

 

 

Quem disse que eles são os melhores?

 

Você sonhou a vida inteira com alguém como ele. Aquele estranho, moreno, de olhos profundos e jeito de quem não tá nem aí com nada à sua volta te encantava. Ele exalava masculinidade e tinha um jeito meio cafajeste. E daí? As mulheres gostam disso! James Dean era adorado por todas... Até hoje os vilões são mais bonitos e charmosos do que os mocinhos em todos os filmes de Hollywood.

Quem disse isso? Desde quando falta de caráter virou atributo necessário para atrair mulheres?

Isso, certamente, foi um conceito machista que, de tanto se repetir ao longo dos tempos, acabou virando jargão obrigatório e até mesmo nós, mulheres, falamos como se fosse a coisa mais natural do mundo. Existe uma enorme diferença entre sentir um certo arrepio quando ele roça a barba por fazer no seu pescoço e ficar excitada em ver um homem tratar uma mulher como se fosse mero objeto de satisfação sexual. O buraco é mais embaixo, rapazes!

Qualquer mulher que deixe de lado o machismo (forma como foi educada desde que nasceu) e o feminismo equivocado que abraçou em algum momento de sua vida (como forma de fuga para justificar a falta de auto-estima com a qual não sabe lidar), para ser apenas feminina, forte (com suavidade, sem a necessidade de disputar braço-de-ferro com ninguém), sensível, apaixonada por si mesma e pela vida que deseja para si, repleta do primeiro amor que devemos sentir desde que nascemos (o amor-próprio), certamente saberá que não precisamos de “James Deans” com jeito de cafajestes para sentirmos atração e sim de um homem que saiba valorizar e respeitar os atributos de uma mulher, tratando-a como companheira de todas as horas e não como empregada de forno e fogão,  babá e objeto de prazer, sabendo também o momento em que ela precisa ser delicadamente protegida, tratada com carinhos especiais porque toda mulher adora o cavalheiro que abre a porta do carro e puxa-lhe a cadeira à mesa do jantar, mesmo que ela jamais admita.

Essa mesma mulher saberá que um homem não é suficiente para fazer dela uma mulher feliz se antes disso ela não tiver plena capacidade de sanar sua necessidade de estar completa consigo mesma e que seu verdadeiro amor apenas torna tudo mais perfeito do que já está porque vibram numa sintonia que, apesar de não ser estritamente idênticas, certamente se ajustam numa sinfonia de notas harmoniosas. E que gostar de carinhos com a barba por fazer não faz mal algum, desde que ele faça a barba na manhã seguinte e volte a ser o homem bom e charmoso de sempre, com aquela voz que aquece o coração mais gélido e te faz derreter quando sussurra que te ama no seu ouvido. 

Amar é uma via de mão dupla e não pode ser confundida com nossas fantasias acerca do homem perfeito. Pra começar, ele não existe, porque nós também não somos perfeitas e exigir isso de alguém é, no mínimo, hilário. Só não se esqueça de que enquanto você mesma não se der o devido valor e livrar-se de conceitos preconceituosos e machistas sobre feminilidade e relação homem/mulher, jamais viverá a plenitude de amar e ser amada, sem ver no sexo oposto um inimigo que precisa ser derrubado e subjugado a qualquer preço mas que usa e abusa da sua fragilidade justamente quando tudo o que você mais precisa é de proteção e afeto.

Não deixe de ser mulher e viva próxima das luzes celestiais. Chore, ria, grite e tenha a feminilidade à flor da pele, sem confundi-la com apelação sexual e exposição desnecessária do seu corpo e das suas emoções. Permita que ele demonstre o quanto quer protegê-la e amá-la a ponto de deixar de fazer a barba só para roçá-la no seu pescoço mas que nem sempre é preciso rachar a conta do restaurante só porque vivemos em dias de igualdade. Homens e mulheres não são iguais, ou seria muito ruim acordar com alguém tão parecido com você em todos os sentidos todas as manhãs.

E valorize-se mais: esqueça essa conversa de que você precisa de um canalha para viver perigosamente e ter mais emoções na sua vida. Eles passam... Você realmente quer alguém que fique ao seu lado e esteja pronto pra brincar de mocinho e bandido de vez em quando.

 

 

Akasha De Lioncourt – 12/05/2010



Escrito por Akasha De Lioncourt às 18h20
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Razão & Sensibilidade (proseando um cadim só)

 

Razão & Sensibilidade

 

 

Alguns dias atrás eu assisti a uma palestra fantástica em que uma  excelente profissional na área de administração de empresa, marketing e propaganda nos mostrava caminhos para acompanharmos as mudanças tão rápidas que o mundo está sofrendo hoje.  Claro que cada trecho da preleção teve um enorme grau de importância, mas houve um momento que me levou a começar a escrever isso. Foi quando ela falou sobre mudança pessoal e o que era necessário para que isso acontecesse.

 

Já parou para pensar o quanto é doloroso mudar alguma coisa que está arraigada no nosso mais profundo Eu? Uma convicção, um conceito, um preconceito... Enfim, é sempre muito difícil promover uma mudança que seja definitiva e inovadora. Mudanças não são agradáveis, elas nos tiram da nossa “zona de conforto” e nos lançam num universo desconhecido cujo teor nós não sabemos se conseguiremos decifrar. Nesse momento é hora de nos perguntarmos o que é preciso fazer para que a mudança seja verdadeira e definitiva.

 

Aí entra novamente mais um ensinamento recebido na preleção já citada: sonhos! Um dos caminhos é resgatarmos nossos sonhos, aqueles que ficaram lá no fundo do nosso consciente ainda que não nos lembremos dele a todo momento. Decidi começar a resgatar em pensamento os sonhos que não realizei... Desde a infância. Foi muito interessante.

 

Sempre sonhei em ter uma bicicleta cor de rosa, com cestinha branca aonde eu colocaria margaridas e girassóis para passear com a minha bonequinha... Eu tinha uns seis anos quando esse sonho surgiu mais forte. Infelizmente meus pais tinham medo de que eu sofresse outro acidente perigoso envolvendo veículos e eu nunca ganhei minha bicicleta e nunca aprendi a andar nelas também. Ainda há tempo para isso? Claro, eu ainda posso aprender a andar de bicicleta, afinal, venci meu medo de dirigir e passeio pra lá e pra cá motorizada.

 

Sonhei também em ser engenheira química e trabalhar com pesquisas que salvariam o mundo. Eu já tinha uns oito anos. Cheguei a cursar engenharia aos dezessete e desisti aos vinte e um para cursar direito. Apesar de amar matemática e química não conseguia me entender com a física... Invejo Einstein até hoje. Havia também outras questões envolvidas e acabei abrindo mão e hoje não me arrependo disso.

 

Ainda é desta época o meu sonho de ser mãe... Comecei cedo, não é mesmo? Pois é, acho que isso sempre esteve arraigado em mim e não era nem um pouco econômica: já era mãe de gêmeos para não ter qualquer dúvida. Esse sonho é algo que hoje tornou-se possível e eu pretendo realizá-lo. E, esse sonho trás outros sonhos à baila: para poder criá-los com conforto eu preciso ser independente financeiramente, emocionalmente e principalmente ter muita consciência de quem eu sou e do que não quero transmitir a eles. Lendo um livro hoje, um trecho me chamou tanto a atenção que parecia ter sido escrito pra mim. A autora dizia que nós nos tornamos seres incompletos porque não temos a exata noção do quanto somos parte de Deus e do quanto Ele é parte de nós. Ficamos tão presos ao que nos ensinaram que deveríamos fazer que não nos atentamos para o que gostaríamos de fazer. Aí surgem os conflitos pois enquanto tentamos agradar aos outros sem prestarmos atenção ao que nos agrada, jamais mudaremos nosso relacionamento com a vida.

 

É preciso ser egoísta às vezes e dar prioridade às nossas necessidades, ainda que elas não venham de encontro com as necessidades alheias. Só assim interagimos com o Todo e esse momento é único e nos faz sentir o quanto é possível viver mais plenos sem tantos medos, culpas, erros e acertos. Quando nos inteiramos e passamos a fazer parte Dele, extinguidos os créditos, os deveres, restando a unidade com Deus em todas as suas manifestações.

 

Não vou abrir mão dos meus sonhos, não vou permitir que as dificuldades me impeçam de caminhar... Posso ser obrigada a utilizar caminhos mais longos o que não me impedirá jamais de chegar aonde eu desejo. EU Sou a filha do meu Pai e assim como Ele vivo em comunhão com o amor infindável que Ele sente por mim em todos os momentos. Ele não deseja que eu me anule para a alegria alheia e sim que eu vença meus obstáculos para que possa usufruir desse amor infinito com plenitude, sem culpas e sem medos. Sei que não posso modificar o que já fiz, o que deixei de fazer, as oportunidades que perdi mas posso e devo reescrever meu caminho daqui em diante, pois sou cem por cento responsável por tudo o que me acontece e não estou sozinha, tenho o melhor dos Aliados, um Pai amoroso e bom que nada pede de mim além do meu amor.

 

Não sei direito ainda o que preciso fazer, mas já sei por onde não devo ir... é um bom começo, não acham?

 

(02/02/2008 – 02:39 h)

 

 

P.S.: o trecho a que me refiro é do livro O Vôo da Gaivota, narrativa espiritual de Patrícia, página 141 e 142, quando um freqüentador do Centro Espírita pergunta ao pai dela sobre o motivo de tantos conflitos que ele vivencia.

P.S.2: A palestra a que me refiro realmente acresceu muito em todos os sentidos e aconselho às pessoas que se preparem para o novo... ele está acontecendo a todo momento e quando vemos o estrago que nossa "cegueira emocional" nos causa, nem sempre é possível continuar sem conviver com seqüelas que poderiam ter sido evitadas.



Escrito por Akasha De Lioncourt às 11h29
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Almas Pequenas... (Não quero mais ser gente grande!)

Almas Pequenas... (Não quero mais ser gente grande!)

Cada vez mais compreendo porque prefiro estar entre as crianças... a explicação é muito simples: por mais pequenas que pareçam, elas possuem uma grandeza de alma que a maioria dos adultos perde conforme cresce... essa perda se dá porque nos deixamos influenciar por sentimentos negativos, como a inveja, a cólera, a raiva, e apequena cada dia mais as nossas almas... as crianças, em sua ingenuidade, a mantém intacta, pura, plena... e isso me faz amá-las cada dia mais, em detrimento desse meu estado adulto que não se conforma em ver as pessoas se devorarem feito lobos famintos... aonde foi parar o sentido da palavra irmão? Perguntem às crianças!!! Quero voltar pro ventre da minha mãe e nascer de novo.. será que o mundo se tornará melhor quando eu crescer?

Akasha De Lioncourt - 25/06/2006



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h44
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Quero um Brasil Hexa!

 

Quero um Brasil Hexa!


Quero um Brasil HEXA!


Eu quero sim, um Brasil Hexa... quem não quer??? Claro que eu quero!! Quero ser hexacampeã em qualidade de vida...

Quero ver o Brasil reduzir a taxa de mortalidade infantil a níveis insignificantes,

Quero ver o Brasil reduzir o analfabetismo e dar educação de verdade para os brasileiros,

Quero ver o Brasil ensinar a seu povo que patriotismo não é para ser exercido apenas de quatro em quatro anos, durante a copa do mundo ou olimpíadas,

Quero ver o Brasil reduzir a taxa de desemprego em todo o país,

Quero ver o Brasil governado por gente honesta, que quer o melhor para nós, o povo brasileiro...

Quero ter opção de voto, quero ter mais de uma opção quando estiver na frente da urna eletrônica... quero ter certeza da lisura do processo eletivo, ainda que para isso seja necessário uma emenda constitucional para que meu direito seja garantido.

Quero ver meu país dar qualidade de vida para cada um dos brasileiros, com dignidade, honestidade, patriotismo, explorando nossas riquezas naturais em prol dos brasileiros, sem favorecer outro ‘colonizador’ que se beneficia do que é nosso, como tem sido desde o nosso descobrimento.

Quero romper o tabu de que no Brasil todo mundo rouba, furta e se corrompe porque é comum e acontece desde os tempos de Cabral... quero crer e provar que o povo brasileiro é bom, honesto e mesmo adorando samba, futebol e cerveja, podemos construir uma grande nação.

Quero ser destaque internacional não apenas por ser o país do samba e do futebol, mas por ter a melhor tecnologia, a melhor renda per capita, uma excelente exportação... quero um país que valorize o que é seu e cujo povo tenha a exata noção de cidadania... quero voltar a acreditar que podemos mudar nossa realidade atual.

Prefiro ser o pior país do futebol se todos os brasileiros estiverem vivendo com dignidade, sem mendicância, sem precisar por crianças para trabalhar quando deveriam estar na escola... um país que valorize seus profissionais e os remunere dignamente de acordo com a competência e valia de cada um.

Quero que pizza volte a ser apenas um alimento gostoso feito com massa e diversos recheios... quero que o povo brasileiro aprenda a se dar o devido respeito... quero parar de ser conhecida por viver num país sofrido... mas, quero deixar de ser um país sofrido porque não precisa ser realmente assim.

Quero que o meu povo prime por honestidade e não apenas por solidariedade, e que todos aprendam que caridade começa dentro de casa... quero um governo que queira alimentar menos a sua vaidade e mais os brasileiros, não lhes dando o peixe nas mãos, mas ensinando-os a pescar... só assim não voltarão a sentir fome novamente.

Quero ver meu hino nacional virar realidade, pois até hoje ele é utópico e irreal... quero honrar a minha bandeira e ter certeza de que estou fazendo a minha parte... não quero mais viver sob o jugo de qualquer outro país, para que este venha nos tirar tudo que temos de bom, golpeando a nossa honra com um machado cruel...

Quero que meu país deixe de ser conhecido como o país da corrupção, da bandalheira, para ser tratado como um país que possui soberania acima e a despeito de qualquer outra nação.

Sim, quero ser hexa... hexa vencedor na batalha por uma vida justa e digna... onde a justiça se faz cumprir, a onda de violência é coibida, o sistema carcerário funciona e nossas leis sejam eficazes... um país aonde a desigualdade social seja mais branda, e não haja tantos paupérrimos para cada milionário deste Brasil. Quero respeito pelos nossos trabalhadores e punição decente e eficaz para os que agem contra a lei, sem precisar ler nos jornais que nosso governo faz acordos com líderes de facções criminosas para que a segurança pública seja restabelecida, nos termos impostos por quem está atrás das grades.

Quero um Brasil feito para os brasileiros que suam suas camisas no dia a dia para ajudar a construir este país... quero que meus filhos, meus netos, bisnetos, tenham um país lindo para viver... que aprendam a amá-lo como eu não aprendi na mais tenra idade...

Enfim, quero poder fazer do meu amor pela pátria não um ato de cidadania que acontece a cada evento esportivo mundial, mas sim, diariamente, através dos meus atos, gestos, palavras e atitudes!!! Sei que sozinha não poderei mudar toda uma Nação, mas, se eu conseguir convencer uma pessoa que consiga outra e mais outra... em breve seremos milhões de brasileiros querendo ver esse país crescer para nós, o seu povo... e, então, nada nem ninguém mais conseguirá nos impedir de marcharmos rumo ao lema da nossa bandeira: Ordem e Progresso!

E, eu sei que chegaremos lá!!! Somos brasileiros e nada nos assusta mais... somos guerreiros e nossa luta não será em vão... Jamais!!!


 02/07/2006 - Akasha De Lioncourt



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h44
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Bom dia todo dia!

    

Bom dia todo dia!!!

Como é bom acordar com o cantar dos pássaros... 
O ar fresco da manhã...
Assistir ao maior espetáculo da terra que é o nascer do sol.
Brindá-lo com nosso agradecimento e nossa saudação.
Receber no rosto o calor macio e sereno que nos acaricia a pele...
Esse mesmo calor que nos fornece vida, saúde, alimentos e ar.
É como se estivéssemos testemunhando 
O milagre da vida a cada amanhecer.
Vejam só como o orvalho ainda molha as folhas das plantas,
Sinta o resquício do sereno da madrugada...
Permita que essa sensação de renovação invada seu ser!
E sorria, sempre... um sorriso equivale a um amanhecer...
Isso, na verdade, é que é saber viver!!!
Faça um bom dia todo dia!!! Vai valer a pena...
Cante uma canção que te agrade, mesmo que desafine,
Recite um poema, ainda que seja apenas um verso,
Pinte um quadro ainda que seja com os dedos,
Plante uma árvore e interaja com a natureza.
Declare seu amor por alguém, seja lá quem for...
Faça o dia ter sempre um cheiro de coisa nova.
Evite rotinas, mude o caminho de casa de vez em quando,
Beba outro refrigerante, experimente um lanche diferente.
Invista no novo, ainda que seja aos poucos,
Comece dentro da sua casa... seu corpo, seu Eu...
Faça um novo dia todos os dias...
Tenho certeza de que será sempre mais feliz!!!
Beijos angelicais...

(Akasha De Lioncourt - 19/04/2007 - 03:00 h)



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h42
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A Cura por Si Mesmo

        

A Cura por Si Mesmo

 

 Todos nós temos uma estranha mania de achar que a cura para todos os nossos males está muito mais distante do que imaginamos. Esse é um pensamento comum e até mesmo eu costumo buscar sempre muito mais distante a solução para todos os meus males. O que não compreendemos é que toda cura depende principalmente da nossa postura em relação à vida, aos acontecimentos, às nossas escolhas e posturas. Já notou que você vive rouco? Será que não tem algo preso à garganta que precisa dizer e nunca o faz porque não tem coragem? Ou então, costuma dizer sem pensar nas conseqüências e acaba magoando quem não quer causando a si mesmo uma dor absurda por não conseguir conter seus impulsos do coração?

Cada uma de nossas atitudes pode acarretar em um mal físico que nos faz pensar sobre o que temos feito de nossas vidas. Cada vez que nosso corpo nos aponta que algo está errado, recebemos um sinal claro que chamamos de dor. Esse sinal é um bem que recebemos, pois através dele poderemos procurar descobrir a origem do mal e trata-lo. Mas, e quando o mal não nos afeta o físico em um primeiro momento, atacando nosso íntimo, nossa mente, causando estragos que jamais detectaremos rapidamente? Talvez o sinal venha um pouco tarde e é por isso que vemos pacientes morrendo a todo o momento de doenças incuráveis que seriam tratáveis se detectadas a tempo.

Esses casos são aqueles em que guardamos dentro de nós os sentimentos negativos, alimentamos mágoas, rancores, ressentimentos, deixamos de viver com mais leveza apenas para alimentar nossos vícios egoístas e fechar nossos olhos e ouvidos para nossos defeitos sem procurar modifica-los para o nosso próprio crescimento pessoal.

São esses sentimentos negativos que nos devoram o corpo físico lentamente, na surdina, vindo à tona somente quando não há mais recurso possível para recuperarmos plenamente, trazendo o óbito muito mais rápido e antes do previsto.

A cura está dentro de cada um de nós e ela tem de começar no nosso íntimo mais íntimo, transmutando os sentimentos, as crenças que possuímos em nós mesmos e nas pessoas que nos cercam, trazendo-nos vibrações positivas em substituição às palavras duras, rudes e repletas de maledicências. Quando nos permitimos vivenciar a experiência da mudança interior, nos tornamos mais leves e muito mais receptivos ao amor incondicional que só Deus é capaz de sentir por cada um de nós enquanto seus filhos imperfeitos ainda que criados à sua imagem e semelhança. O caminho não é fácil assim como não é fácil abrirmos mão de vícios e costumes que nos acompanham a essência há tanto tempo mas se começarmos a buscar o caminho da cura definitiva certamente alcançaremos boas colheitas pois são boas as sementes plantadas.

Quero acreditar que, um dia, todos nós estaremos em um mesmo nível de desenvolvimento e evolução, que todos caminhamos invariavelmente para esse desfecho e essa crença me faz lembrar uma frase de Fernando Sabino que diz: “No final, tudo dá certo; e se não deu certo é porque ainda não chegou ao final”. Acho que ele definiu perfeitamente com poucas palavras o destino de cada um de nós ao final da escalada rumo à evolução e ascensão à categoria de espíritos puros.

Portanto, abra-se para o que é bonito, encha sua alma de ar puro, respire bons sentimentos, expire seus vícios, suas energias negativas, faça um exercício mental todos os dias e pratique ser são de corpo e alma. Para o corpo exercícios físicos, até uma boa caminhada para começar e para a alma, o exercício de auto-conhecimento e busca do equilíbrio perfeito das nossas forças dentro de cada um de nós.

A cura depende do tamanho da sua crença em você, em Deus e nas pessoas que te cercam e fazem parte da sua farmácia terapêutica para toda a vida.

 E depois de tudo isso, abrace a vida com amor e confiança e viva-a, pois sabemos que a lei de ação e reação já é mais do que mera teoria há muito tempo, a física já a provou através de Isaac Newton e transformou-a em lei da ciência. A cada ação corresponde uma reação.

 

Akasha De Lioncourt - 05/08/2007



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h40
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A Caridade e o Amor-Próprio

 

A Caridade e o Amor-Próprio
 
 
         Sempre nos preocupamos em viver a vida de forma tão intensa sem nos lembrarmos de que ela é efêmera. Um tênue fio de prata que nos separa da transição da morte. Fino, delicado, nos mostra o quão somos frágeis diante do inevitável destino que é o de todos nós. E vivemos a vida com tantas preocupações que não paramos sequer para definir o que é realmente prioridade nessa nossa experiência evolutiva.
 
         Procuramos praticar a caridade como princípio básico para o engrandecimento da alma e nos esquecemos das máximas “a caridade começa em casa” e “amai a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo”. Qual é a nossa primeira casa? Seria a casa de nossos pais? Não... a primeira casa que conhecemos é o corpo que habitamos... Sim, esse invólucro carnal que nos é dado em forma de empréstimo para que cuidemos dele e façamos bom uso de suas habilidades para que a essência possa evoluir. E como nos esquecemos de cuidar desse corpo!!! Nos entregamos aos vícios físicos e morais, como fumar, beber, comer em demasia, passar noites e noites sem dormir, vivendo de forma sedentária, mantendo-o distante de atividades físicas que tonificam e dão mais disposição para curtirmos nosso dia-a-dia. Passamos tempo demais dando importância a coisas menores e nos esquecemos de que nossa primeira obrigação é conosco mesmos. E talvez isso aconteça justamente porque deixamos de cultivar o amor próprio como ele deve ser cultivado. Passamos a vida inteira procurando o amor sem nos voltarmos para dentro de nós mesmos, cultivando-o internamente, sentindo-o em toda a sua plenitude pela pessoa que enxergamos todas as vezes em que nos olhamos no espelho. Essa prática é tão importante que se todos nós nos lembrássemos de que só podemos doar aquilo que nos é abundante, entenderíamos porque confundimos amor com carência, obsessão e possessividade.
 
         Quando amamos a pessoinha que habita nosso corpo, sem restrições, sem qualquer dúvida, um amor incondicional que nada cobra a não ser que sejamos felizes e façamos dessa nossa existência a melhor possível para nós mesmos e para quem aprendermos a amar no decorrer da nossa vida, conseguimos nos esquivar dos males do século que assolam a grande maioria das pessoas: o stress, as cardiopatias, o câncer, a depressão, a síndrome do transtorno bipolar e tantos outros males que nos impedem de evoluirmos com sensatez e veracidade. Respeitar a si mesmo, com todas as limitações, imperfeições, falhas e ter a consciência de que é possível melhorar com disposição para tal é a mais bela caridade que praticamos no decorrer das nossas vidas pois somos o reflexo daquilo que fazemos com nossa primeira casa, que é justamente nosso corpo e nossa essência.
 
         Não precisamos mudar o mundo, podemos começar com algo bem pequeno: nós mesmos! Quando começamos a refletir nossas mudanças e agimos de acordo com nossos princípios, conseqüentemente irradiamos ao nosso redor os bons fluidos desse amor incondicional e com isso levamos ao nosso próximo o melhor de cada um de nós. Experimente! Olhe-se no espelho agora mesmo e repita convictamente: “Eu amo você e quero te proporcionar o melhor de mim sempre. O que posso fazer para melhorar o seu dia?” Vai parecer loucura, você vai pensar que está sendo ridículo mas lá no fundinho, bem escondidinho, seu Eu vai te responder e as respostas serão mais claras a cada tentativa.
 
         Algumas pessoas acham que vieram ao mundo com o “carma” de salvar outras pessoas e se esquecem que precisam de si mesmos para levar a termo seu intuito. Quando abrimos mão de nós mesmos em prol dos outros não estamos sendo caridosos, isso é um crime, é suicídio lento e o crime mais hediondo aos olhos de Deus. Ele, como todo Pai, não nos quer sofredores eternos e nos dá a chance de aprendermos o amor incondicional praticando primeiramente em nosso próprio benefício porque é muito mais fácil partilhar o conhecido do que algo que não temos a menor idéia do que seja. Ama a Deus sobre todas as coisas mas não se esqueça de que para amar o teu próximo é preciso amar a ti mesmo. E não precisamos nos auto-flagelar para vencermos nossas limitações, tudo que é feito baseado no amor verdadeiro é muito mais leve para se vivenciar. Daqui só levamos o aprendizado que conseguimos arraigar, o bem que verdadeiramente conseguimos praticar e as ações ou omissões que conscientemente deixamos de aplicar, pois será a nossa própria consciência quem irá nos perguntar o que fizemos com o conhecimento que nos foi permitido explorar. Pense nisso... E seja feliz!
 
 
 
21/03/2009



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h39
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Janelas da Alma

 

Janelas da Alma

Acordo com os olhos em festa, pensando que mais um milagre aconteceu. Sim, é o milagre da vida que em mim renasceu. Sentada na cama, olho pela janela e penso: essa poderia ser a janela do filme da minha vida e, de repente, uma grande tela surge na minha frente e começa a projetar o vídeo da minha história. Pela janela passam as cenas mais inusitadas, aquelas que sequer meu consciente se recordava. Começo a pensar que muitas coisas poderiam ter sido diferentes se eu tivesse optado por outro caminho, por outra forma de pensar. Vejo momentos que me levam às lágrimas de tanto rir e outros que realmente me fazem chorar. As vitórias, as conquistas, essas que costumamos tratar como coisas naturais e nem sempre damos o devido crédito por acharmos que é autopromoção e isso se chama vaidade ou orgulho. Mas por que não sentirmos orgulho de nossas vitórias? São nossas, são os frutos das nossas conquistas, dos nossos esforços, é preciso que eu aprenda a valorizar esses momentos pois eles são a força propulsora que nos impulsiona a continuar tentando, mesmo que haja o risco de errar da próxima vez.

A ausência forçada de reconhecimento e amor-próprio pode ocasionar a hipocrisia. Somos sim, hipócritas, quando nos lançamos no limbo com medo de estarmos em evidência e assumirmos nossos feitos. Eu mesma tenho sido hipócrita por toda uma vida buscando ficar o tempo todo na sombra sem me dar o devido e reconhecido valor. Pela janela entram as imagens que demonstram que eu acertei muitas vezes, mas esqueci-me de contabilizar essas ocasiões. Entretanto, cada erro, por menor que fosse, não só foi adicionado à minha lista de “fracassos” como serviram de escudo para que eu simplesmente parasse de buscar atingir meus sonhos e meus ideais. Isso sim é hipocrisia pura! Culpar os erros, os pais, os irmãos, os amigos e os inimigos pelo marasmo que se instalou na minha vida. Os erros servem para ensinar que temos opções, precisamos tê-las para saber o que nos serve e o que é descartável. O erro nada mais é do que o resultado de uma tentativa e o que somos nós nesta nossa existência do que meros aprendizes?

Pela janela do filme da minha vida vejo momentos dolorosos que gostaria de apagar, mas não posso. Tenho que aprender que a dor faz parte do processo evolutivo da minha alma e a intensidade dela dependerá do quanto me comprometo com a minha felicidade e com a prioridade que coloco em mim e na minha existência. Pela janela passam também momentos intensamente felizes que ficaram cobertos de teias de aranhas simplesmente porque eu decidi que o quartinho escuro do meu inconsciente era o melhor lugar para elas. Hoje, é o dia de trazê-las novamente à tona e fazer disso um momento em que me conscientizo de que a minha felicidade é única e exclusivamente da minha responsabilidade. Preciso me conscientizar dessa realidade e parar de simplesmente seguir o instinto humano de sempre achar um culpado pelas minhas incertezas e insucessos.

E, diante da mesma janela, observo que até o momento só permiti que por ela saíssem todos os meus desejos, meus monstros interiores, minhas dúvidas... Tudo isso projetado na tela do meu livro pessoal. De repente, percebo que estou novamente boicotando a minha vida, pois pela janela existe fluxo de entrada e saída e até agora eu só vi o que passou para continuar lamentando o passado que não posso mais adulterar. Começo a projetar nela desejos e sonhos futuros tentando não me deixar dominar pelo medo do desconhecido que se avulta na minha frente e não uso o crivo da autocrítica, que é muito rígido comigo, permitindo apenas que as imagens se projetem na minha frente. Nesse exato instante, percebo que não perdi a capacidade de sonhar e que se um dia isso acontecer eu perderei a motivação para viver. O sonho é inerente a todo ser humano e sem ele ainda estaríamos na Idade da Pedra. Deixar então, que entrem a esperança, a fé, a Luz... E até mesmo a sombra, para que eu possa valorizar cada extremo quando com eles me deparar.

E, ao final disso tudo, volto a pensar que o futuro depende do que eu semear aqui, agora, no presente, pois é sempre esse tempo quem mais sofre com a nossa negligência e descaso. Vivemos presos aos fantasmas do passado e sonhando com o futuro e nos esquecemos de que é aqui e agora o momento para tudo isso ser realizado. De agora em diante, vou fazer desse tempo o meu real presente, por estar vivenciando o milagre diário da vida, do amor, da esperança e da vontade de crescer e trilhar mais e mais caminhos, desde que eu os possa escolher. Isso é o que torna a vida repleta de oportunidades e magia. A magia real, palpável, chamada ESCOLHA. Sair do casulo, olhar pela janela e permitir que ela seja tão ampla quanto a porta que insisto em olhar apenas porque foi fechada.

Abro a janela, salto por ela e entro de cabeça na experiência de viver sem medo de ser atropelada pela roda da vida! Assumo com firmeza o meu crescimento e deixo de agir como a criança assustada que sempre fui. Esse é o meu desafio para o hoje. O Amanhã, este depende tão somente das escolhas que eu fizer agora!
 

Akasha De Lioncourt (26/05/2009)



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h33
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Receita para começar bem o dia.

                 Receita para começar bem o dia.


 
Ingredientes:
2 xícaras de chá de sorrisos;
4 colheres (sopa) cheias de gratidão;
3 xícaras de chá de boa vontade;
5 colheres (sopa) de responsabilidade;
1 copo americano de comprometimento;
Amor à vontade, para todo momento;
Ainda sem medida, uma boa dose de paciência;
E, para untar, um bom bocado de serenidade.

 
Modo de fazer: comece acordando com um belo sorriso, separando o restante para distribuir no decorrer do dia. Um sorriso faz milagres, assim como milagrosa é a vida. Abra a janela, olhe para o céu e agradeça: você está vivo e compartilhando com o mundo as maravilhas da criação. A gratidão espontânea nos mostra o quanto é maravilhoso reconhecermos Deus na nossa vida. A boa vontade deve ser distribuída por todo o dia. Usada adequadamente, nos ensinará a fazer o bem sem esperarmos nada em troca. Eis a verdadeira caridade. A responsabilidade deve ser usada nos momentos em que decisões forem tomadas. Podemos aplicar o comprometimento no prato inteiro, principalmente se o objetivo for, em primeiro lugar, consigo mesmo.
 
Se estivermos comprometidos com nossos desejos e necessidades, faremos sempre o melhor para consegui-los. Quanto ao amor, ele é a base de tudo, sem ele não seríamos nada. O sentimento mais completo do universo, deve ser usado sem moderação. E não deixe de exercitar a paciência e a serenidade quando nem tudo sair como gostaríamos que fosse, mas não houver outra opção senão aceitá-la. O prato é untado com serenidade para que esta o envolva, tornando seu coração mais puro, com mansuetude para encarar as adversidades.
 
Juntando todos esses ingredientes, certamente poderemos criar uma boa receita para o dia a dia. Sirva quente e coma à vontade. Acompanha qualquer outro prato.
 
Rendimento: muitas porções de bem-estar para durar por todo o dia.
 
 

 
“Sous-chef” Akasha De Lioncourt – 23/09/2009



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h19
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