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Museu TAM

Entrevista com João Amaro, um dos idealizados do Museu TAM.



Escrito por Akasha De Lioncourt às 23h10
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Orgulho de ser brasileira...

Orgulho de ser brasileira...

 

Foi sob um céu de brigadeiro (sem qualquer trocadilho) que a TAM Linhas Aéreas reinaugurou, no ultimo dia 12 de junho, o Museu da TAM (Nas Asas de Um Sonho), na cidade de São Carlos. Vou esquecer o enfoque jornalístico e abraçar a permissividade poética para contar a vocês o que foi esse evento impecável do qual participei e testemunhei extasiada.

O evento contou com uma organização invejável, talvez pelo clima intenso e festivo que contagiava a todos que pudessem sentir a magia do momento que nós, convidados, imprensa e funcionários da TAM compartilhávamos.

Fomos recebidos com muito carinho por uma equipe de comunicação solícita e por promoters caracterizadas no mais alto estilo retro (uma referência ao Projeto Vintage) e entramos num outro universo, como se um portal ali estivesse para que através dele fôssemos projetados no túnel do tempo.

Inicialmente, um “brunch” foi oferecido na tenda de inauguração, um espaço cuja decoração enchia os olhos. Réplicas de “máquinas voadoras”, como o Zeppelin, enfeitavam com uma graça imensa o espaço, finamente complementado por mobílias e estilos diversos num casamento atemporal perfeito. Painéis contavam um pouco da história da empresa e fomos recebidos por um comitê à caráter que contava com graciosos Santos Dumont e aviadores de diversas épocas, além de uma mademoiselle cheia de charme sempre com um lindo sorriso no rosto.

A seguir, nossos olhos se voltaram para o céu, límpido e de um azul inebriante, para assistirmos a dois espetáculos aéreos maravilhosos (nesse intervalo, pudemos fotografar de pertinho as duas aeronaves que a TAM pintou e retratou os anos 70 e 90, para o projeto Vintage): fomos brindados com um show da ‘Equipe de Wingwalking’ e, logo depois, a ‘Esquadrilha Oi’ encheu de cores o céu de São Carlos, com acrobacias e uma demonstração de paraquedismo.

Após um delicioso almoço, recebemos prazerosamente a mestre de cerimônias Claudia Raia, que além de lindíssima irradiava simpatia e sorrisos. Ao som de sua voz, viajamos pelo mito de Icaro, pelas aventuras de Leonardo da Vinci até chegarmos, finalmente, ao grande feito do Pai da Aviação, Alberto Santos Dumont, o primeiro a voar com um aparelho mais pesado do que o ar. A solenidade foi prestigiada por diversos órgãos de imprensa, por autoridades civis e militares e por celebridades do mundo artístico, além da diretoria da TAM e funcionários dos mais diversos escalões.

Foi com muita emoção que ouvi o senhor Wiliam Rady, Diretor do Museu, homenagear com um poema maravilhoso de Rudyard Kiplin (“Se”) seu grande amigo João Francisco Amaro, presidente do Museu “Asas de Um Sonho” TAM. Encheu-se de ternura o ambiente quando as palavras de tão belo poema foram utilizadas para descrever a pessoa, o caráter e a personalidade brilhante de um homem que deu asas aos seus sonhos e levou adiante um projeto que era dele e de seu irmão, o saudoso Comandante Rolim Amaro. De acordo com as palavras desse memorável empresário, que sempre se encontrava à frente de seu tempo, “o homem que não possui sonhos não pode seguir adiante”.

Mas o que realmente me levou às lágrimas foi o discurso do próprio senhor João Francisco, onde foi possível sentir, a cada palavra, vibrarem  as fibras mais profundas de seu coração. A realização do sonho, o forte vínculo emocional com o projeto, com a empresa aérea e a lembrança do Comandante Rolim calaram fundo em cada um dos presentes e, enquanto eu o ouvia emocionada, uma funcionária muito simpática, com quem tivemos o prazer de dividir a mesa para o almoço, contou, entre empolgada e emotiva, contava sobre o imenso grau de envolvimento que toda a diretoria possui com cada um dos seus funcionários.

Ela me narrou o lado humanitário a ponto de preocupar-se com o bem–estar de quem traz o serviço até nós, passageiros da TAM, e me fez acreditar que realmente ainda há quem saiba comandar sem fazer uso de tirania ou exploração do mais fraco. Era notório o carinho e o prazer que exalavam de suas palavras e isso certamente refletiu e refletirá sempre em quem recebe a prestação do serviço vindo de alguém que trabalha com amor e dedicação. Quando um funcionário, de forma gratuita e desinteressada, elogia e exalta quem está no comando, é um sinal de que tudo está realmente aonde deveria e que nós ainda temos cura para os males que atingem a humanidade.

Ao final de muitas homenagens emocionadas, o Presidente, senhor João Amaro, cortou a fita inaugural e pudemos visitar as dependências do museu. Logo à entrada, painéis lindíssimos nos projetavam para um céu iluminado e o fato de pisarmos, literalmente, sobre uma projeção ampliada de uma pista de pouso do Aeroporto de Congonhas, nos dava a sensação de realmente alçar vôo rumo à história da aviação no mundo. Paredes cobertas de fotos, informações e diversos telões contando ininterruptamente histórias e mais histórias, além de maquetes de aviões de todos os tempos foram apenas o princípio de uma aventura indescritível.

Ao longo da visita, vimos réplicas perfeitas do 14 Bis, da máquina  voadora de Leonardo da Vinci, além de modelos de aviões do mundo todo,  divididos por época ou década. São 72 aeronaves no acervo, mais da metade em condições de vôo. O museu ainda conta com dois simuladores de vôo F-18, para que adultos e adolescentes possam sentir a emoção de pilotar uma máquina como essas. O espaço moda conta a história da evolução dos uniformes de comissárias de bordo pelo mundo e o álbum virtual é impecável. Soubemos que a coleção pertence a um único colecionador, o que torna ainda mais emocionante de se conferir.

E, após quase uma hora conferindo o maravilhoso acervo aéreo, com painéis e muita informação, pudemos curtir um show digno de todo o evento, com o talentosíssimo Lulu Santos, que nos remeteu à década de 80, uma das melhores do pop/rock nacional e internacional. E acabamos por sair de lá com uma promessa: a de voltar mais vezes para rever com mais apuro cada espaço impecável de um dos museus mais completos e bem estruturados da história da aviação no mundo. Hoje, é possível compreender porque a TAM sente “Orgulho de ser brasileira”, nós também sentimos orgulho por você ser nossa e compartilharmos da mesma nacionalidade.

 

Akasha De Lioncourt - 14/06/2010

 

 



Escrito por Akasha De Lioncourt às 12h37
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12/05/2010 - 09h43

Para Russell Crowe, Robin Hood hoje lutaria contra a "mídia"

THIAGO STIVALETTI
Colaboração para o UOL, de Cannes
  • Russell Crowe no papel de Robin Hood, no filme de Ridley Scott

  • Russell Crowe no papel de Robin Hood, no filme de Ridley Scott

O australiano Russell Crowe fez um ataque irônico à imprensa na primeira coletiva do festival de Cannes, em torno do filme de abertura, “Robin Hood”, de Ridley Scott, no qual interpreta o arqueiro do século 11 que rouba dos ricos para dar aos pobres. “Podemos nos perguntar qual era a principal motivação de Robin Hood, se era econômica ou política. Creio que hoje ele escolheria como principal inimigo a mobilização da mídia”.

Crowe não poderia ter sido mais previsível. O ator que faz o papel de Robin Hood tem uma relação atribulada com a imprensa em geral por conta dos pequenos escândalos em que se meteu e que tiveram ampla cobertura por parte de veículos de comunicação no mundo inteiro. Em outras ocasiões, veja o vídeo abaixo, deu declarações semelhantes. 

ASSISTA À REPORTAGEM DA EFE COM RUSSELL CROWE

Foi no mínimo questionável a decisão dos organizadores de Cannes em escolher para abertura um filme no qual os franceses são tratados como vilões rasteiros. Escondendo-se na floresta, o rei Filipe da França é obrigado a contratar um mercenário para matar o rei Ricardo Coração de Leão, da Inglaterra. Mais tarde, o mesmo mercenário lidera o exército francês disfarçado de britânico, que sai num saque desenfreado pelos vilarejos ingleses, levando todo o ouro do povo. Pode-se esperar a chuva de críticas da imprensa francesa por tal escolha.

ASSISTA AO TRAILER ORIGINAL DE "ROBIN HOOD"

“Há um igual peso de personagens de natureza desconfortável entre ingleses e franceses no filme. Mas é principalmente uma história de amor entre Robin e Marion”, tentou justificar-se o produtor Brian Grazer. Crowe foi irônico como sempre, mostrando um certo desprezo pela questão: “É a primeira vez que Ricardo Coração de Leão morre logo no começo do filme, abatido por um cozinheiro francês. Creio que por isso fomos convidados para abrir o festival”.

Talvez para não ouvir perguntas desaforadas, o diretor Ridley Scott não deu as caras na coletiva de imprensa, alegando uma cirurgia recente no joelho. Quem segurou a onda foram seus astros, Russell Crowe - em seu quinto filme com o diretor - e Cate Blanchett, que vive a aldeã Marion Loxley. O diretor enviou ao festival um comunicado que foi lido na coletiva: “Lamento perder a sessão de abertura do festival. Razões médicas são as únicas que me impedem de estar aí”.

O filme faz uma abordagem original ao se concentrar nos anos que precedem o surgimento da lenda de Robin Hood. “Escolhemos uma perspectiva bastante arrogante. Esse filme diz que tudo o que você sabia até hoje sobre Robin é um erro”, disse Crowe. “Tínhamos um roteiro para sete horas, e nossa opção era truncar a história ou contar apenas o início dela. Escolhemos a segunda opção”. É certo então que virá a sequência? “Posso garantir que não há outros dois roteiros prontos no leito de Ridley no hospital. Mas se o projeto surgir, será sempre um prazer trabalhar com Ridley”.

Ao contrário de Crowe, que diz ter crescido vendo todos os filmes e séries de TV sobre Robin Hood, Cate Blanchett diz que não se inspirou nas versões anteriores de Marion – papel que já foi feito por estrelas como Audrey Hepburn. “Meu papel no filme gira em torno da história de amor, e Ridley consegue equilibrar muito bem o romance com o resto da ação”.

Como sempre, Ridley Scott faz um filme competente, que demora um pouco para colocar todas as suas premissas, mas depois engrena em boas cenas épicas. Mas nada que se compare à dimensão épica de “Gladiador” – o diretor não consegue a mesma emoção nas batalhas, e Crowe não tem nas mãos um herói tão forte quanto o lutador romano – seu Robin Hood é um exímio arqueiro que precisa se passar por nobre e conciliar sua força com muitos outros personagens, a começar pelo novo e mal-intencionado rei inglês, John. O problema é que Scott busca o paralelo com seu Gladiador todo o tempo – inclusive num mal-sucedido flashback da infância de Robin que ele logo abandona. Cate Blanchett enobrece o seu papel. Um grande exemplo é a cena em que descobre a morte do marido – o diretor lhe dá um grande close para que chore e se desespere, mas ela devolve uma expressão muito mais sutil.

Fonte: UOL



Escrito por Akasha De Lioncourt às 14h15
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ABBA, Olivia Newton-John & Andy Gibb performing Beach Boys



Escrito por Akasha De Lioncourt às 22h59
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Cena completa de Jerry Lewis em "O Otário" (The Patsy)

 

Cena completa de Jerry Lewis em "O Otário" (The Patsy) que críticos consideram como uma das mais engraçadas do cinema.



Escrito por Akasha De Lioncourt às 14h14
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Jerry Lewis - Cena Antológica



Escrito por Akasha De Lioncourt às 14h11
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Irish Dance



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h55
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Mais de Flatley



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h54
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Michael Flatley - Irish Dance

Michael Ryan Flatley, nascido em 1958, em Chicago, Illinois, é um dançarino estadunidense de dança irlandesa.

Foi o primeiro não-europeu a vencer o concurso de dança irlandesa All-Ireland World Championship, repetindo o feito mais tarde. Sua avó Hannah Ryan havia sido campeã de dança irlandesa. Criou os espetáculos de dança irlandesa Lord of the Dance, Feet of Flames, Celtic Tiger e Riverdance.

Também é conhecido como um flautista eficiente. Tem sua própria escola de dança.



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h53
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Irmão Sol, Irmã Lua

 Video, curta, Vida de São Francisco de Assis.

Música Shaman, Faire Tale.

Composição: André Matos.

Irmão Sol, Irmã Lua

Título Original: Brother Sun, Sister Moon / Fratello sole, sorella luna

Gênero: Drama

Origem/Ano: ITA/1972

Duração: 115 min

Direção: Franco Zeffirelli

Elenco:

Graham Faulkner...
Judi Bowker...
Leigh Lawson...
Kenneth Cranham...
Lee Montague...
Valentina Cortese...
Alec Guinness...
Michael Feast...
Nicholas Willatt...
John Sharp...
Adolfo Celi...
Francesco Guerrieri...
Carlo Pisacane...

Francesco
Clare
Bernardo
Paolo
Pietro Di Bernardone
Pica Di Bernardone
Pope Innocent III
Silvestro
Giacondo
Bishop Guido
Consul
Deodato
San Damiano

Sinopse: A história de São Francisco de Assis aqui é contada com o lirismo de Zeffirelli (Romeu e Julieta). O filme enfoca os primeiros anos da vida de Francisco, um mimado filho de aristocratas que parte para guerra animado e volta completamente transtornado. Ele então renuncia às riquezas da família e procura na comunhão com a natureza, traçar seu próprio destino, livre do apego às propriedades materiais. Irmão Sol, Irmã Lua mostra essa surpreendente, gratificante e significativa experiência, que transformou Francisco em santo e fundou uma doutrina, para conquistar a união espiritual com o mundo.

Premios: Recebeu uma indicação ao Oscar, na categoria de Melhor Direção de Arte - Recebeu uma indicação ao BAFTA, na categoria de Melhor Figurino.



Escrito por Akasha De Lioncourt às 13h52
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