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Blog do Bistrô



 
 

Museu TAM

Entrevista com João Amaro, um dos idealizados do Museu TAM.



Categoria: Arte & Arte
Escrito por Akasha De Lioncourt às 23h10
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Orgulho de ser brasileira...

Orgulho de ser brasileira...

 

Foi sob um céu de brigadeiro (sem qualquer trocadilho) que a TAM Linhas Aéreas reinaugurou, no ultimo dia 12 de junho, o Museu da TAM (Nas Asas de Um Sonho), na cidade de São Carlos. Vou esquecer o enfoque jornalístico e abraçar a permissividade poética para contar a vocês o que foi esse evento impecável do qual participei e testemunhei extasiada.

O evento contou com uma organização invejável, talvez pelo clima intenso e festivo que contagiava a todos que pudessem sentir a magia do momento que nós, convidados, imprensa e funcionários da TAM compartilhávamos.

Fomos recebidos com muito carinho por uma equipe de comunicação solícita e por promoters caracterizadas no mais alto estilo retro (uma referência ao Projeto Vintage) e entramos num outro universo, como se um portal ali estivesse para que através dele fôssemos projetados no túnel do tempo.

Inicialmente, um “brunch” foi oferecido na tenda de inauguração, um espaço cuja decoração enchia os olhos. Réplicas de “máquinas voadoras”, como o Zeppelin, enfeitavam com uma graça imensa o espaço, finamente complementado por mobílias e estilos diversos num casamento atemporal perfeito. Painéis contavam um pouco da história da empresa e fomos recebidos por um comitê à caráter que contava com graciosos Santos Dumont e aviadores de diversas épocas, além de uma mademoiselle cheia de charme sempre com um lindo sorriso no rosto.

A seguir, nossos olhos se voltaram para o céu, límpido e de um azul inebriante, para assistirmos a dois espetáculos aéreos maravilhosos (nesse intervalo, pudemos fotografar de pertinho as duas aeronaves que a TAM pintou e retratou os anos 70 e 90, para o projeto Vintage): fomos brindados com um show da ‘Equipe de Wingwalking’ e, logo depois, a ‘Esquadrilha Oi’ encheu de cores o céu de São Carlos, com acrobacias e uma demonstração de paraquedismo.

Após um delicioso almoço, recebemos prazerosamente a mestre de cerimônias Claudia Raia, que além de lindíssima irradiava simpatia e sorrisos. Ao som de sua voz, viajamos pelo mito de Icaro, pelas aventuras de Leonardo da Vinci até chegarmos, finalmente, ao grande feito do Pai da Aviação, Alberto Santos Dumont, o primeiro a voar com um aparelho mais pesado do que o ar. A solenidade foi prestigiada por diversos órgãos de imprensa, por autoridades civis e militares e por celebridades do mundo artístico, além da diretoria da TAM e funcionários dos mais diversos escalões.

Foi com muita emoção que ouvi o senhor Wiliam Rady, Diretor do Museu, homenagear com um poema maravilhoso de Rudyard Kiplin (“Se”) seu grande amigo João Francisco Amaro, presidente do Museu “Asas de Um Sonho” TAM. Encheu-se de ternura o ambiente quando as palavras de tão belo poema foram utilizadas para descrever a pessoa, o caráter e a personalidade brilhante de um homem que deu asas aos seus sonhos e levou adiante um projeto que era dele e de seu irmão, o saudoso Comandante Rolim Amaro. De acordo com as palavras desse memorável empresário, que sempre se encontrava à frente de seu tempo, “o homem que não possui sonhos não pode seguir adiante”.

Mas o que realmente me levou às lágrimas foi o discurso do próprio senhor João Francisco, onde foi possível sentir, a cada palavra, vibrarem  as fibras mais profundas de seu coração. A realização do sonho, o forte vínculo emocional com o projeto, com a empresa aérea e a lembrança do Comandante Rolim calaram fundo em cada um dos presentes e, enquanto eu o ouvia emocionada, uma funcionária muito simpática, com quem tivemos o prazer de dividir a mesa para o almoço, contou, entre empolgada e emotiva, contava sobre o imenso grau de envolvimento que toda a diretoria possui com cada um dos seus funcionários.

Ela me narrou o lado humanitário a ponto de preocupar-se com o bem–estar de quem traz o serviço até nós, passageiros da TAM, e me fez acreditar que realmente ainda há quem saiba comandar sem fazer uso de tirania ou exploração do mais fraco. Era notório o carinho e o prazer que exalavam de suas palavras e isso certamente refletiu e refletirá sempre em quem recebe a prestação do serviço vindo de alguém que trabalha com amor e dedicação. Quando um funcionário, de forma gratuita e desinteressada, elogia e exalta quem está no comando, é um sinal de que tudo está realmente aonde deveria e que nós ainda temos cura para os males que atingem a humanidade.

Ao final de muitas homenagens emocionadas, o Presidente, senhor João Amaro, cortou a fita inaugural e pudemos visitar as dependências do museu. Logo à entrada, painéis lindíssimos nos projetavam para um céu iluminado e o fato de pisarmos, literalmente, sobre uma projeção ampliada de uma pista de pouso do Aeroporto de Congonhas, nos dava a sensação de realmente alçar vôo rumo à história da aviação no mundo. Paredes cobertas de fotos, informações e diversos telões contando ininterruptamente histórias e mais histórias, além de maquetes de aviões de todos os tempos foram apenas o princípio de uma aventura indescritível.

Ao longo da visita, vimos réplicas perfeitas do 14 Bis, da máquina  voadora de Leonardo da Vinci, além de modelos de aviões do mundo todo,  divididos por época ou década. São 72 aeronaves no acervo, mais da metade em condições de vôo. O museu ainda conta com dois simuladores de vôo F-18, para que adultos e adolescentes possam sentir a emoção de pilotar uma máquina como essas. O espaço moda conta a história da evolução dos uniformes de comissárias de bordo pelo mundo e o álbum virtual é impecável. Soubemos que a coleção pertence a um único colecionador, o que torna ainda mais emocionante de se conferir.

E, após quase uma hora conferindo o maravilhoso acervo aéreo, com painéis e muita informação, pudemos curtir um show digno de todo o evento, com o talentosíssimo Lulu Santos, que nos remeteu à década de 80, uma das melhores do pop/rock nacional e internacional. E acabamos por sair de lá com uma promessa: a de voltar mais vezes para rever com mais apuro cada espaço impecável de um dos museus mais completos e bem estruturados da história da aviação no mundo. Hoje, é possível compreender porque a TAM sente “Orgulho de ser brasileira”, nós também sentimos orgulho por você ser nossa e compartilharmos da mesma nacionalidade.

 

Akasha De Lioncourt - 14/06/2010

 

 



Categoria: Arte & Arte
Escrito por Akasha De Lioncourt às 12h37
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TABAGISMO – O Mal da Destruição em Massa

TABAGISMO – O Mal da Destruição em Massa

O que é?
O tabagismo é o ato de se consumir cigarros ou outros produtos que contenham tabaco, cuja droga ou princípio ativo é a nicotina. A Organização Mundial da Saúde (OMS) afirma que o tabagismo deve ser considerado uma pandemia, ou seja, uma epidemia generalizada, e como tal precisa ser combatido.

Apresento-lhes o “Cigarro”

A fumaça do cigarro é uma mistura de aproximadamente 4.720 substâncias tóxicas diferentes; que se constitui de duas fases fundamentais: a fase particulada e a fase gasosa. Na fase gasosa é composta, entre outros por monóxido de carbono, amônia, cetonas, formaldeído, acetaldeído, acroleína. A fase particulada contém nicotina e alcatrão. Essas substâncias tóxicas atuam sobre os mais diversos sistemas e órgãos, contém mais de 60 cancerígenos, sendo as principais citadas abaixo:

Nicotina - é a causadora do vício e cancerígena;
Benzopireno - substância que facilita a combustão existente no papel que envolve o fumo;
Substâncias Radioativas - polônio 210 e carbono 14;
Agrotóxicos - DDT;
Solvente - benzeno;
Metais Pesados - chumbo e o cádmio (um cigarro contém de 1 a 2 mg, concentrando-se no fígado, rins e pulmões, tendo meia-vida de 10 a 30 anos, o que leva a perda de capacidade ventilatória dos pulmões, além de causar dispnéia, enfisema, fibrose pulmonar, hipertensão, câncer nos pulmões, próstata, rins e estômago);

Níquel e Arsênico - armazenam-se no fígado e rins, coração, pulmões, ossos e dentes resultando em gangrena dos pés, causando danos ao miocárdio etc..;

O tabaco e seus derivados:
O tabaco pode ser usado de diversas maneiras de acordo com sua forma de apresentação: inalado (cigarro, charuto, cigarro de palha); aspirado (rapé); mascado (fumo-de-rolo), porém sob todas as formas ele é maléfico à saúde.

Doenças causadas pelo uso de derivados de tabaco.

O tabagismo causa cerca de 50 doenças diferentes, principalmente as doenças cardiovasculares tais como: a hipertensão, o infarto, a angina, e o derrame. É responsável por muitas mortes por câncer de pulmão, de boca, laringe, esôfago, estômago, pâncreas, rim e bexiga e pelas doenças respiratórias obstrutivas como a bronquite crônica e o enfisema pulmonar. O tabaco diminui as defesas do organismo e com isso o fumante tende a aumentar a incidência de adquirir doenças como a gripe e a tuberculose. O tabaco também causa impotência sexual.

Porque fumar?

Existem vários fatores que levam as pessoas a experimentar o cigarro ou outros derivados do tabaco. A maioria delas é influenciada principalmente pela publicidade do cigarro nos meios de comunicação.
No caso dos jovens ainda é pior porque além das propagandas pelos meios de comunicação, pais, professores, ídolos e amigos também exercem uma grande influência. Antes dos 19 anos de idade o jovem está na fase de construção de sua personalidade. Pesquisas mostram que a maioria dos adolescentes fumantes iniciou a fumar justamente nesta faixa de idade, isto quer dizer que o principal fator que favorece o tabagismo entre os jovens é, principalmente, a necessidade de auto-afirmação.
Moda nos dicionários nos leva a pensar em: música, roupas, gostos, jeito de se vestir, gírias, danças, etc. O tabaco não está incluído em nenhum destes itens.
A algum tempo atrás a publicidade manipulava psicologicamente levando diferentes grupos (adolescentes, mulheres, indivíduos de baixo poder aquisitivo, etc) que acreditavam que o tabagismo era muito mais comum e socialmente aceito do que era na realidade e através das demandas sociais e das fantasias dos comerciais que usavam mulheres bonitas, bem vestidas, homens fortes, bonitos, jovens curtindo a natureza ou em festas muito bem acompanhados todos estes personagens fazendo uso do cigarro. Hoje, este tipo de publicidade foi proibido no Brasil. A lei 10.167 restringe a propaganda de cigarros e derivados do tabaco.

Fumar durante a gravidez?

Nem pensar, FUMAR DURANTE A GRAVIDEZ traz sérios riscos para a gestante como também aumenta o risco de mortalidade fetal e infantil, estes riscos se devem, principalmente, aos efeitos do monóxido de carbono e da nicotina exercidos sobre o feto, após a absorção pelo organismo materno. Estes riscos são:

· Abortos espontâneos;
· Nascimentos prematuros;
· Bebês de baixo peso;
· Mortes fetais e de recém-nascidos;
· Gravidez tubária;
· Deslocamento prematuro da placenta;
· Placenta prévia e
· Episódios de sangramento.

Comparando-se a gestante que fuma com a que não fuma, a gestante fumante apresenta mais complicações durante o parto e têm o dobro de chances de ter um bebê de menor peso e menor comprimento.
A gestante que fuma, com um único cigarro fumado acelerar em poucos minutos, os batimentos cardíacos do feto, devido ao efeito da nicotina sobre o seu aparelho cardiovascular. Imagine a extensão dos danos causados ao feto, com o uso regular de cigarros pela gestante.
A gestante, o parto e a criança também estão expostos a estes riscos quando a gestante é obrigada a viver em ambiente poluído pela fumaça do cigarro (fumante passiva), absorvendo substâncias tóxicas da fumaça, que pelo sangue passa para o feto. Assim como a mãe que fuma durante a amamentação, a nicotina passa pelo leite que é ingerido pela criança.

O que é ser um fumante passivo?

É o indivíduo que convive com fumantes e inalam a fumaça de derivados do tabaco em ambientes fechados. Poluição Tabagística Ambiental (PTA), é a poluição decorrente da fumaça dos derivados do tabaco em ambientes fechados e, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), é a maior responsável pela poluição nestes ambientes. Pesquisas mostram que o tabagismo passivo é estimado como a 3ª maior causa de morte evitável no mundo, só perdendo para o tabagismo ativo e o consumo excessivo de álcool.

Os não fumantes que respiram a fumaça do tabaco têm um risco maior de desenvolver doenças relacionadas ao tabagismo. Quanto maior o tempo em que o não fumante fica exposto à poluição tabagística ambiental, maior a chance de adoecer. As crianças, por terem uma freqüência respiratória mais elevada, são mais atingidas, sofrendo conseqüências drásticas na sua saúde, incluindo doenças como a bronquite, pneumonia, asma e infecções do ouvido médio.

Só os fumantes não acreditam que são:

· Nove mortes por hora.
· 80 mil por ano.
· 90% dos casos de câncer de pulmão.
· 80% dos enfisemas pulmonares.
· 25% dos infartos de miocárdio.
· 40% dos derrames cerebrais.
· 10 milhões de pessoas vão morrer nos próximos 30 anos, nas Américas.
· Quatro milhões morrem por ano.

Métodos para acabar com o vício

Hoje, já existem no mercado diversos métodos para acabar com o vício do cigarro, basta querer e ter força de vontade.
Citaremos alguns destes métodos:

· Goma de mascar com nicotina – são pastilhas que liberam pequenas doses de nicotina diminuindo os sintomas da abstinência.

· Skin Paches – são pequenos adesivos que colados à pele, liberam mais nicotina do que a goma de mascar.

· Spray nasal – este spray libera menos nicotina que a goma e os patches, mas chega mais rápido ao sistema circulatório.

· Inalante – o inalante tem a mesma forma do cigarro, o que leva o indivíduo a achar que está fumando, pois imita o gesto mão-para-boca do fumante só que com 1/3 da nicotina do cigarro.

· Zyban – este é um método sem nicotina, trata-se de uma droga antidepressiva que auxilia nas crises de abstinência.

Todos estes métodos devem ser receitado e terem acompanhamento médico.


Referências Bibliográficas:

  • Aleixo Neto, A. Efeitos do fumo na gravidez. Ver. Saúde Pública, São Paulo, 24:420-4, 1990.
  • Doll R, Peto R. 9ª Conferência Mundial sobre Tabaco e saúde. Paris, 1994.
  • Ministério da Saúde. Instituto Nacional de Câncer. Coordenação Nacional de Controle de Tabagismo e Prevenção Primária - CONTAPP. "Falando Sobre Tabagismo". Rio de Janeiro, 1996.
  • Ministério da Saúde. Secretaria de Assistência à Saúde. Instituto Nacional de Câncer - INCA. Estimativas da Incidência e Mortalidade por Câncer. Rio de Janeiro: INCA, 2002.
  • World Health Organization. World no-Tobacco Day. Tobacco Alert, 1996.
  • International Agency of Reaserch in Cancer (IARC). Environmental Carcinogens mathods of analysis and exposure measurement. Passive Smoking. Vol 9, Scientific Publications n.31, Lyon, France 1987.
  • Rosemberg, J. Tabagismo, sério problema de saúde pública 2 ed. Almed Editora e Livraria Ltda. 1987.
  • U.S. Department of Health and Human Services. The health consequences of involuntary smoking. A report of the Surgeon General. Washington DC; U.S. Government Printing Office, 1986.
  • U.S. Departament Of Health and Human Services. The health consequences of smoking: cardiovascular disease. Maryland, EUA. : CDC, 1984, n. 84-50204, p. 7-8, 109, 1984.
  • Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas. IV Levantamento sobre o Uso de Drogas entre Estudantes de 1º e 2º graus em 10 Capitais Brasileira. UNIFESP, 1997.

Texto de Ivana Silva

Fonte: www.fiocruz.br/biosseguranca/Bis/infantil/tabagismo.htm

 



Categoria: Só conversando
Escrito por Akasha De Lioncourt às 14h20
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Pela Janela do Quarto

Pela janela do quarto.

 

As pessoas passam,

Os carros passam,

 Os animais passam,

E eu na janela do quarto.

Vejo uma rua à frente,

Penso que por ela nunca andei,

Só vi a minha vida passar,

Pela janela do quarto.

Tomo a decisão: abro a porta!

Caminho com passos firmes,

Com a certeza da vitória.

Sei que não será fácil,

Mas estou plenamente disposta,

A recomeçar o meu novo desafio.

 

 

Akasha De Lioncourt – 20/05/2010

 

 

Este texto é dedicado a todos aqueles que decidiram sair de dentro do seu universo interior rumo à novas descobertas, ainda que mais ninguém acredite que isso seja possível ou sensato. Não podemos ter medo de novas experiências, é preciso que exploremos além dos nossos limites conhecidos para que o novo tenha lugar nas nossas existências.

 



Categoria: Prosas
Escrito por Akasha De Lioncourt às 12h43
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Oração de abertura no senado de Kansas.

Oração de abertura no senado de Kansas.

 

Talvez queiras ler esta oração que foi feita em Kansas na sessão de inauguração da ‘Kansas House of Representatives.’
Quando solicitaram ao reverendo Joe Wright que fizesse a oração de abertura no Senado de Kansas, todos esperavam uma oração ordinária, mas isto foi o que todo escutaram:

“Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir perdão e para pedir a tua direção.
Sabemos que a tua Palavra disse: ‘Maldição àqueles que chamam “bem” ao que está “mal“, e é exatamente o que temos feito.
Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado os nossos valores.
Temos explorado o pobre e temos chamado a isso “sorte”.
Temos recompensado a preguiça e chamámo-la de “Ajuda Social”.
Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram e temo-lo chamado “a livre escolha”.
Temos abatido os nossos condenados e chamámo-lo de “justiça”.
Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos e chamámo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.
Temos abusado do poder e temos chamado a isso: “Política”.
Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo chamado “ter ambição”.
Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com muita grosseria e pornografia e temo-lo chamado “liberdade de expressão”.
Temos ridicularizado os valores establecidos desde há muito tempo pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de “obsoleto e passado”.
Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações; purifíca-nos e livra-nos dos nossos pecados.
Amém.


……………………

A reação foi imediata.

Um Parlamentar abandonou a sala durante a oração. Três outros criticaram a oração do Padre classificando a oração como “uma mensagem de intolerância”.
.
Durante as seis semanas seguintes, a Igreja ~‘ onde trabalha o sacerdote Wright recebeu mais de 5.000 chamadas telefónicas, das quais só 47 foram desfavoráveis.
Esta Igreja recebe agora petições do mundo inteiro, da Índia, África, Ásia, para que o pároco Wright ore por eles.
O comentarista Paul Harvey difundiu esta oração na sua emissão de rádio ‘ The Rest of the Story ‘, (O Resto da História), e recebeu um acolhimento muito mais favorável por esta emissão, que por qualquer outra.

***

Talvez a verdade doa demais, e ela dói... mas quanta iluminação para falar com tamanha propriedade um montão delas, não é mesmo?

Beijos.

Akasha



Categoria: Só conversando
Escrito por Akasha De Lioncourt às 08h39
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Quem disse que eles são os melhores?

 

 

Quem disse que eles são os melhores?

 

Você sonhou a vida inteira com alguém como ele. Aquele estranho, moreno, de olhos profundos e jeito de quem não tá nem aí com nada à sua volta te encantava. Ele exalava masculinidade e tinha um jeito meio cafajeste. E daí? As mulheres gostam disso! James Dean era adorado por todas... Até hoje os vilões são mais bonitos e charmosos do que os mocinhos em todos os filmes de Hollywood.

Quem disse isso? Desde quando falta de caráter virou atributo necessário para atrair mulheres?

Isso, certamente, foi um conceito machista que, de tanto se repetir ao longo dos tempos, acabou virando jargão obrigatório e até mesmo nós, mulheres, falamos como se fosse a coisa mais natural do mundo. Existe uma enorme diferença entre sentir um certo arrepio quando ele roça a barba por fazer no seu pescoço e ficar excitada em ver um homem tratar uma mulher como se fosse mero objeto de satisfação sexual. O buraco é mais embaixo, rapazes!

Qualquer mulher que deixe de lado o machismo (forma como foi educada desde que nasceu) e o feminismo equivocado que abraçou em algum momento de sua vida (como forma de fuga para justificar a falta de auto-estima com a qual não sabe lidar), para ser apenas feminina, forte (com suavidade, sem a necessidade de disputar braço-de-ferro com ninguém), sensível, apaixonada por si mesma e pela vida que deseja para si, repleta do primeiro amor que devemos sentir desde que nascemos (o amor-próprio), certamente saberá que não precisamos de “James Deans” com jeito de cafajestes para sentirmos atração e sim de um homem que saiba valorizar e respeitar os atributos de uma mulher, tratando-a como companheira de todas as horas e não como empregada de forno e fogão,  babá e objeto de prazer, sabendo também o momento em que ela precisa ser delicadamente protegida, tratada com carinhos especiais porque toda mulher adora o cavalheiro que abre a porta do carro e puxa-lhe a cadeira à mesa do jantar, mesmo que ela jamais admita.

Essa mesma mulher saberá que um homem não é suficiente para fazer dela uma mulher feliz se antes disso ela não tiver plena capacidade de sanar sua necessidade de estar completa consigo mesma e que seu verdadeiro amor apenas torna tudo mais perfeito do que já está porque vibram numa sintonia que, apesar de não ser estritamente idênticas, certamente se ajustam numa sinfonia de notas harmoniosas. E que gostar de carinhos com a barba por fazer não faz mal algum, desde que ele faça a barba na manhã seguinte e volte a ser o homem bom e charmoso de sempre, com aquela voz que aquece o coração mais gélido e te faz derreter quando sussurra que te ama no seu ouvido. 

Amar é uma via de mão dupla e não pode ser confundida com nossas fantasias acerca do homem perfeito. Pra começar, ele não existe, porque nós também não somos perfeitas e exigir isso de alguém é, no mínimo, hilário. Só não se esqueça de que enquanto você mesma não se der o devido valor e livrar-se de conceitos preconceituosos e machistas sobre feminilidade e relação homem/mulher, jamais viverá a plenitude de amar e ser amada, sem ver no sexo oposto um inimigo que precisa ser derrubado e subjugado a qualquer preço mas que usa e abusa da sua fragilidade justamente quando tudo o que você mais precisa é de proteção e afeto.

Não deixe de ser mulher e viva próxima das luzes celestiais. Chore, ria, grite e tenha a feminilidade à flor da pele, sem confundi-la com apelação sexual e exposição desnecessária do seu corpo e das suas emoções. Permita que ele demonstre o quanto quer protegê-la e amá-la a ponto de deixar de fazer a barba só para roçá-la no seu pescoço mas que nem sempre é preciso rachar a conta do restaurante só porque vivemos em dias de igualdade. Homens e mulheres não são iguais, ou seria muito ruim acordar com alguém tão parecido com você em todos os sentidos todas as manhãs.

E valorize-se mais: esqueça essa conversa de que você precisa de um canalha para viver perigosamente e ter mais emoções na sua vida. Eles passam... Você realmente quer alguém que fique ao seu lado e esteja pronto pra brincar de mocinho e bandido de vez em quando.

 

 

Akasha De Lioncourt – 12/05/2010



Categoria: Prosas
Escrito por Akasha De Lioncourt às 18h20
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12/05/2010 - 09h43

Para Russell Crowe, Robin Hood hoje lutaria contra a "mídia"

THIAGO STIVALETTI
Colaboração para o UOL, de Cannes
  • Russell Crowe no papel de Robin Hood, no filme de Ridley Scott

  • Russell Crowe no papel de Robin Hood, no filme de Ridley Scott

O australiano Russell Crowe fez um ataque irônico à imprensa na primeira coletiva do festival de Cannes, em torno do filme de abertura, “Robin Hood”, de Ridley Scott, no qual interpreta o arqueiro do século 11 que rouba dos ricos para dar aos pobres. “Podemos nos perguntar qual era a principal motivação de Robin Hood, se era econômica ou política. Creio que hoje ele escolheria como principal inimigo a mobilização da mídia”.

Crowe não poderia ter sido mais previsível. O ator que faz o papel de Robin Hood tem uma relação atribulada com a imprensa em geral por conta dos pequenos escândalos em que se meteu e que tiveram ampla cobertura por parte de veículos de comunicação no mundo inteiro. Em outras ocasiões, veja o vídeo abaixo, deu declarações semelhantes. 

ASSISTA À REPORTAGEM DA EFE COM RUSSELL CROWE

Foi no mínimo questionável a decisão dos organizadores de Cannes em escolher para abertura um filme no qual os franceses são tratados como vilões rasteiros. Escondendo-se na floresta, o rei Filipe da França é obrigado a contratar um mercenário para matar o rei Ricardo Coração de Leão, da Inglaterra. Mais tarde, o mesmo mercenário lidera o exército francês disfarçado de britânico, que sai num saque desenfreado pelos vilarejos ingleses, levando todo o ouro do povo. Pode-se esperar a chuva de críticas da imprensa francesa por tal escolha.

ASSISTA AO TRAILER ORIGINAL DE "ROBIN HOOD"

“Há um igual peso de personagens de natureza desconfortável entre ingleses e franceses no filme. Mas é principalmente uma história de amor entre Robin e Marion”, tentou justificar-se o produtor Brian Grazer. Crowe foi irônico como sempre, mostrando um certo desprezo pela questão: “É a primeira vez que Ricardo Coração de Leão morre logo no começo do filme, abatido por um cozinheiro francês. Creio que por isso fomos convidados para abrir o festival”.

Talvez para não ouvir perguntas desaforadas, o diretor Ridley Scott não deu as caras na coletiva de imprensa, alegando uma cirurgia recente no joelho. Quem segurou a onda foram seus astros, Russell Crowe - em seu quinto filme com o diretor - e Cate Blanchett, que vive a aldeã Marion Loxley. O diretor enviou ao festival um comunicado que foi lido na coletiva: “Lamento perder a sessão de abertura do festival. Razões médicas são as únicas que me impedem de estar aí”.

O filme faz uma abordagem original ao se concentrar nos anos que precedem o surgimento da lenda de Robin Hood. “Escolhemos uma perspectiva bastante arrogante. Esse filme diz que tudo o que você sabia até hoje sobre Robin é um erro”, disse Crowe. “Tínhamos um roteiro para sete horas, e nossa opção era truncar a história ou contar apenas o início dela. Escolhemos a segunda opção”. É certo então que virá a sequência? “Posso garantir que não há outros dois roteiros prontos no leito de Ridley no hospital. Mas se o projeto surgir, será sempre um prazer trabalhar com Ridley”.

Ao contrário de Crowe, que diz ter crescido vendo todos os filmes e séries de TV sobre Robin Hood, Cate Blanchett diz que não se inspirou nas versões anteriores de Marion – papel que já foi feito por estrelas como Audrey Hepburn. “Meu papel no filme gira em torno da história de amor, e Ridley consegue equilibrar muito bem o romance com o resto da ação”.

Como sempre, Ridley Scott faz um filme competente, que demora um pouco para colocar todas as suas premissas, mas depois engrena em boas cenas épicas. Mas nada que se compare à dimensão épica de “Gladiador” – o diretor não consegue a mesma emoção nas batalhas, e Crowe não tem nas mãos um herói tão forte quanto o lutador romano – seu Robin Hood é um exímio arqueiro que precisa se passar por nobre e conciliar sua força com muitos outros personagens, a começar pelo novo e mal-intencionado rei inglês, John. O problema é que Scott busca o paralelo com seu Gladiador todo o tempo – inclusive num mal-sucedido flashback da infância de Robin que ele logo abandona. Cate Blanchett enobrece o seu papel. Um grande exemplo é a cena em que descobre a morte do marido – o diretor lhe dá um grande close para que chore e se desespere, mas ela devolve uma expressão muito mais sutil.

Fonte: UOL



Categoria: Arte & Arte
Escrito por Akasha De Lioncourt às 14h15
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Ilustrador de Conan e Tarzan, Frank Frazetta morre aos 82 anos

11/05/2010 - 14h19

Ilustrador de Conan e Tarzan, Frank Frazetta morre aos 82 anos

Da Redação
  • Divulgação

    Capa da HQ "Conan" ilustrada por Frank Frazetta

O ilustrador norte-americano Frank Frazetta, autor de imagens de personagens clássicos como Conan e Tarzan, morreu aos 82 anos, informa o blog "ARTSBEAT", do jornal norte-americano “The New York Times".

Segundo seus agentes, Rob Pistella e Steve Ferzoco, o artista teria sofrido um AVC (acidente vascular cerebral) e sido levado a um hospital em Fort Myers, na Flórida, Estados Unidos, onde ele morreu na madrugada desta segunda-feira (10).

Nascido no dia 9 de fevereiro de 1928, Frazetta publicou suas primeiras histórias em 1944, aos 16 anos. Mais tarde, fez séries para DC Comics ("The Shining Knight" em Adventure Comics) e ME ("White Indian" em Durango Kid). Ele também trabalhou com Dão Barry na HQ de Flash Gordon.

Após pausa na carreira, ele retomou os trabalhos de ilustração nos anos 1960. Foi dele, por exemplo, a caricatura de Ringo Starr, do grupo bitânico The Beatles, publicada na quarta capa da edição nº 90 da "MAD" americana, em outubro de 1964.

  • Pintura de Tarzan feita pelo ilustrador Frank Frazetta

  • Reprodução

Seus personagens e seu estilo fantasioso influenciaram grandes nomes do desenho que vieram a seguir, como Jeff Jones, Berni Wrightson, Michael Whelan, Dom Maitz e Boris Vallejo.

 

"O bárbaro"


O desenhista também ilustrou a capa de centenas de livros e é conhecido por ter criado o ar sombrio que marcou personagens como Conan, do escritor pulp Robert E. Howard.

Suas ilustrações também viraram capas de álbuns de grupos de rock, como "Expect no Mercy", do Nazareth, e o disco de estreia homônimo do Wolfmother.

Fonte: UOL Entretenimento



Categoria: Só conversando
Escrito por Akasha De Lioncourt às 21h54
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Razão & Sensibilidade (proseando um cadim só)

 

Razão & Sensibilidade

 

 

Alguns dias atrás eu assisti a uma palestra fantástica em que uma  excelente profissional na área de administração de empresa, marketing e propaganda nos mostrava caminhos para acompanharmos as mudanças tão rápidas que o mundo está sofrendo hoje.  Claro que cada trecho da preleção teve um enorme grau de importância, mas houve um momento que me levou a começar a escrever isso. Foi quando ela falou sobre mudança pessoal e o que era necessário para que isso acontecesse.

 

Já parou para pensar o quanto é doloroso mudar alguma coisa que está arraigada no nosso mais profundo Eu? Uma convicção, um conceito, um preconceito... Enfim, é sempre muito difícil promover uma mudança que seja definitiva e inovadora. Mudanças não são agradáveis, elas nos tiram da nossa “zona de conforto” e nos lançam num universo desconhecido cujo teor nós não sabemos se conseguiremos decifrar. Nesse momento é hora de nos perguntarmos o que é preciso fazer para que a mudança seja verdadeira e definitiva.

 

Aí entra novamente mais um ensinamento recebido na preleção já citada: sonhos! Um dos caminhos é resgatarmos nossos sonhos, aqueles que ficaram lá no fundo do nosso consciente ainda que não nos lembremos dele a todo momento. Decidi começar a resgatar em pensamento os sonhos que não realizei... Desde a infância. Foi muito interessante.

 

Sempre sonhei em ter uma bicicleta cor de rosa, com cestinha branca aonde eu colocaria margaridas e girassóis para passear com a minha bonequinha... Eu tinha uns seis anos quando esse sonho surgiu mais forte. Infelizmente meus pais tinham medo de que eu sofresse outro acidente perigoso envolvendo veículos e eu nunca ganhei minha bicicleta e nunca aprendi a andar nelas também. Ainda há tempo para isso? Claro, eu ainda posso aprender a andar de bicicleta, afinal, venci meu medo de dirigir e passeio pra lá e pra cá motorizada.

 

Sonhei também em ser engenheira química e trabalhar com pesquisas que salvariam o mundo. Eu já tinha uns oito anos. Cheguei a cursar engenharia aos dezessete e desisti aos vinte e um para cursar direito. Apesar de amar matemática e química não conseguia me entender com a física... Invejo Einstein até hoje. Havia também outras questões envolvidas e acabei abrindo mão e hoje não me arrependo disso.

 

Ainda é desta época o meu sonho de ser mãe... Comecei cedo, não é mesmo? Pois é, acho que isso sempre esteve arraigado em mim e não era nem um pouco econômica: já era mãe de gêmeos para não ter qualquer dúvida. Esse sonho é algo que hoje tornou-se possível e eu pretendo realizá-lo. E, esse sonho trás outros sonhos à baila: para poder criá-los com conforto eu preciso ser independente financeiramente, emocionalmente e principalmente ter muita consciência de quem eu sou e do que não quero transmitir a eles. Lendo um livro hoje, um trecho me chamou tanto a atenção que parecia ter sido escrito pra mim. A autora dizia que nós nos tornamos seres incompletos porque não temos a exata noção do quanto somos parte de Deus e do quanto Ele é parte de nós. Ficamos tão presos ao que nos ensinaram que deveríamos fazer que não nos atentamos para o que gostaríamos de fazer. Aí surgem os conflitos pois enquanto tentamos agradar aos outros sem prestarmos atenção ao que nos agrada, jamais mudaremos nosso relacionamento com a vida.

 

É preciso ser egoísta às vezes e dar prioridade às nossas necessidades, ainda que elas não venham de encontro com as necessidades alheias. Só assim interagimos com o Todo e esse momento é único e nos faz sentir o quanto é possível viver mais plenos sem tantos medos, culpas, erros e acertos. Quando nos inteiramos e passamos a fazer parte Dele, extinguidos os créditos, os deveres, restando a unidade com Deus em todas as suas manifestações.

 

Não vou abrir mão dos meus sonhos, não vou permitir que as dificuldades me impeçam de caminhar... Posso ser obrigada a utilizar caminhos mais longos o que não me impedirá jamais de chegar aonde eu desejo. EU Sou a filha do meu Pai e assim como Ele vivo em comunhão com o amor infindável que Ele sente por mim em todos os momentos. Ele não deseja que eu me anule para a alegria alheia e sim que eu vença meus obstáculos para que possa usufruir desse amor infinito com plenitude, sem culpas e sem medos. Sei que não posso modificar o que já fiz, o que deixei de fazer, as oportunidades que perdi mas posso e devo reescrever meu caminho daqui em diante, pois sou cem por cento responsável por tudo o que me acontece e não estou sozinha, tenho o melhor dos Aliados, um Pai amoroso e bom que nada pede de mim além do meu amor.

 

Não sei direito ainda o que preciso fazer, mas já sei por onde não devo ir... é um bom começo, não acham?

 

(02/02/2008 – 02:39 h)

 

 

P.S.: o trecho a que me refiro é do livro O Vôo da Gaivota, narrativa espiritual de Patrícia, página 141 e 142, quando um freqüentador do Centro Espírita pergunta ao pai dela sobre o motivo de tantos conflitos que ele vivencia.

P.S.2: A palestra a que me refiro realmente acresceu muito em todos os sentidos e aconselho às pessoas que se preparem para o novo... ele está acontecendo a todo momento e quando vemos o estrago que nossa "cegueira emocional" nos causa, nem sempre é possível continuar sem conviver com seqüelas que poderiam ter sido evitadas.



Categoria: Prosas
Escrito por Akasha De Lioncourt às 11h29
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Categoria: Só conversando
Escrito por Akasha De Lioncourt às 23h14
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